
O acordo de USD 5,2 bilhões entre a Galp Energia e a Sinopec envolvendo 30% dos activos da portuguesa no Brasil esbarrou na Petrobras, sócia maioritária da Galp nos principais campos do pré-sal que são objecto do negócio.
A Petrobras estaria demorando para dar o aval para o fechamento do negócio, o que a Galp não confirma. A portuguesa tem participação em 20 blocos no Brasil, a maioria em sociedade com a Petrobras, incluindo 10% dos gigantes Lula e Cernambi, 14% de Bem-Te-Vi ( no bloco BM-S-8) e 20% de Júpiter (BM-S-24).
O acordo de operação conjunta (JOA na sigla inglês) é amplo. Prevê que os sócios têm direito de preferência em qualquer transferência de participação integral, ou uma parte de participação, directamente ou indirectamente, seja por meio de fusão, consolidação, venda de acções ou outro tipo de transferência. A preocupação da Petrobras parece estar relacionada com uma possível venda, no futuro, de uma fatia maior para Sinopec. Source: Valor

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